quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Convivência próxima




Barão não pode ver uma rodinha sem participar. Se lhe oferecem chimarrão, como bom gaúcho, aceita. O problema do Barão, aliás, é este: ele aceita tudo o que lhe oferecem. A gente tem que cuidar para ele não ficar comendo besteiras.


Bom, como todo cavalo, pastar é seu ideal de vida. E é o que ele faz mais ou menos 22 horas por dia. Digamos que as duas horas restantes ele divide entre o papo cabeça (na real cabeção) e um breve soninho. Um dia tentei pintar uma parede externa da casa, mas não pude continuar porque o lugar que ele escolheu para cochilo era o meu ombro. Daí que para subir o pincel precisava fazer uma força extra, e achei melhor transferir minha obra para um momento em que o Barão tivesse outra ocupação.



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